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“Com a continuidade da guerra, a tendência é de novos aumentos dos combustíveis”, diz Deyvid Bacelar

O avanço da guerra no Oriente Médio tem sido o principal fator de pressão sobre o preço dos combustíveis, segundo o coordenador-geral da Federação Única...

“Com a continuidade da guerra, a tendência é de novos aumentos dos combustíveis”, diz Deyvid Bacelar
“Com a continuidade da guerra, a tendência é de novos aumentos dos combustíveis”, diz Deyvid Bacelar (Foto: Reprodução)

O avanço da guerra no Oriente Médio tem sido o principal fator de pressão sobre o preço dos combustíveis, segundo o coordenador-geral da Federação Única dos Petroleiros (FUP), Deyvid Bacelar, em entrevista ao Jornal da Cidade, da Rádio Metropole. Ele explicou que a redução da oferta global de petróleo tem elevado os preços. “Quando você restringe a produção de petróleo, o preço sobe […] nós ultrapassamos a barreira de 100 dólares por barril”, afirmou. De acordo com Bacelar, o cenário internacional tende a continuar impactando diretamente o consumidor brasileiro. “Com a continuidade desta guerra, a perspectiva é de aumentos ainda maiores”, disse, ao destacar que o efeito já é sentido no país. Ele citou ainda a situação local: “Hoje a Bahia tem o combustível mais caro do Brasil”, disse.  O dirigente também mencionou fatores internos que agravam o problema, como a privatização de ativos da Petrobras e a perda de controle sobre a distribuição. “Estamos sofrendo os males da privatização", pontuou, ao defender maior atuação estatal no setor. Confira a entrevista na íntegra: